Dieta queima-gordura: enxugue os últimos 3 quilos


Suar o top na esteira ou numa bike aumenta os batimentos cardíacos, colocando o organismo na “zona de queima de gordura”.

Mas não é a única maneira de você atingir esse patamar. Capaz de estimular o gasto energético, esta dieta também acelera a redução dos estoques na cintura. Não só isso: assim como o exercício aeróbico, ela prolonga esse efeito – ok, de maneira mais suave.

A vantagem é que você pode combinar as duas coisas (dieta e exercício) e ter um resultado ainda melhor. O segredo do cardápio é acertar nas escolhas: carboidrato complexo, proteína magra e gordura boa.

“Outra medida importante é consumir esses nutrientes em proporções adequadas”, explica Vanessa Franzen Leite, nutricionista de Porto Alegre. A seguir, confira essas e outras regras da dieta, como temperar a comida com pimenta, para você derreter o peso excedente, mesmo que sejam apenas os 3 últimos quilinhos teimosos – aqueles mais difíceis de serem eliminados!

Escolha os nutrientes certos
Priorize o carboidrato complexo (pão, massa, arroz e granola integrais, grãos e cereais pouco processados, raízes como batata-doce, cará e inhame, verduras, legumes e frutas). Rico em fibras, ele sacia mais que o carboidrato simples dos produtos refinados e industrializados e, por ter um índice glicêmico entre médio e baixo, evita picos de insulina (hormônio que favorece o estoque de gordura) e adia a fome.

Já a proteína deve ser magra, ou seja, vinda de alimentos com pouca gordura (peixe, frango, ovo, iogurte e queijo desnatado, whey protein, bebida à base de soja light e gelatina). E a gordura precisa vir da turma do bem (azeite extravirgem, castanhas, abacate, sementes de chia e linhaça). A gordura boa também está presente em peixes de água profunda, como atum, salmão e sardinha.

Ajuste as proporções
Sempre monte seu prato com menos carboidrato (mesmo priorizando o complexo) e mais proteína e gordura, porém, nenhum dos três nutrientes em quantidade exagerada. Também é importante que eles estejam sempre juntos – no café da manhã, no almoço, no jantar e, quando possível, nos lanches intermediários.

“A proteína e a gordura estimulam o organismo a entrar na zona de queima de gordura. E o carboidrato se encarrega de prolongar o tempo dessa queima”, explica Vanessa. Isso explica por que a dieta recomenda reduzir o nutriente que garante energia, mas considera importantíssimo mantê-lo no cardápio, de preferência, em todas as refeições.

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